Tum…tum… tum tum… tum… tum…. tum tum…
Na sexta-feira dia 03 de outubro, o nosso amigo Paulo Suzuki nos deu a oportunidade de juntar a galera para bater tambor no escritório. Embora parecesse, não era uma cerimônia para encher os reservatórios da Cantareira.
E foi bem bacana! Se você quiser participar de uma Roda de Tambor vai lá na Roda na Praça que o Suzuki organiza no penúltimo domingo do mês, às 11:00, veja aqui: https://www.facebook.com/groups/rodanapraca/
Mas para não ser a opinião de uma pessoa só, segue uma coleta do que a galera achou:
De cara começamos com o Zambelli, que estava primeiro preocupado se seríamos expulsos do prédio:
Minha primeira impressão foi: “Caramba, se não formos expulsos do escritório (prédio) agora, não seremos mais” hehehe. Depois, quando começamos a tocar eu pensei “ixi, e quando é que desce o Santo….” Ai eu percebi que era o Adelson =P. Mas da metade pra frente, até dava a impressão que tava saindo alguma coisa com uma sonoridade parecida com música (ou pelo menos com um certo ritmo)
E vamos com a opinião do Lucas, um dos que tinha mais noção de música:
Achei bem fera. Principalmente pelo grupo ter conseguido construir um ritmo com vários contra-tempos o que é bem complicado.
O objetivo geral foi alcançado, mesmo que cada um trabalhe (toque) do seu jeito, com sua cultura (maneira de pensar) , diferenças e etc.
Foi possível observar a essência do trabalho em equipe.
Foi uma dinâmica bem legal, diferente e relaxante que não conhecia.

 

 E Jailson complementou:
Realmente dá pra sentir os benefícios, alivio de stress, animação da equipe quando domina uma nova divisão rítmica e até mesmo quem não sentiu a vontade de já tentar algumas improvisações?
Os conceitos mais relevantes da ‘terapia’ sem dúvidas que percebi foram:
Trabalho em equipe: Independente do instrumento utilizado, todos perceberam a importância que tem no grupo para o som final.
Trabalho individual : Sua parte bem feita afeta o todo. Todos entendemos os limites e regras.
Relembrei meus tempos de Ogan(?), e,  de atabaque na capoeira..rsrs..é a mesma alegria.
Lucas, nosso ritmista que junto comigo (André) que achava que estava tocando tamborim na câmera da globo foi tentando fazer paralelos com nosso dia-a-dia:
E levando para o lado empresarial, fiz um paralelo que:
  • todos com um objetivo único gera
  • cada um sabendo o que tem que fazer
  • observando e seguindo as pessoas que têm mais experiência
  • quando um se perde, é só olhar para o lado, que você consegue retomar o caminho

E a Aline complementou junto com o André:

Um fato bem legal é perceber como é difícil manter o ritmo quando se está tocando sozinho ou em poucas pessoas, mas quando se está em grupo, um vai seguindo o outro e a coisa rola… até parece que sabíamos tocar hehe…

Zambelli foi mais ou menos na mesma linha:

Também concordo que tocar em grupo facilitou, principalmente na hora que teve aqueles tubos pois quando um saia do ritmo era mais fácil olhar alguém e entrar no ritmo de novo. Acho que tivemos pouco tempo pra isso, mas acho que seria legal fazer um rodízio dos instrumentos. Os outros instrumentos me pareceram bem interessantes, principalmente os tambores hehehe.

Mas Suzuki, o que importa é que o pessoal curtiu muito! Obrigado!